5 startups que bombaram após saírem na mídia

Ser mencionado em conteúdos jornalísticos autênticos (e não em publicidade paga) traz inúmeras vantagens para sua marca. Além de torná-la mais conhecida entre o público em geral, uma menção na imprensa pode gerar visitas orgânicas para seu site, ampliar seu network e torná-lo mais próximo dos editores de veículos de comunicação.

Divulgadas no site da revista Forbes, uma das publicações mais importantes do mundo sobre negócios, as informações a seguir fazem parte de um artigo recente, assinado pelo colunista Jayson DeMers, especialista em marketing e SEO para empreendedores.

É verdade que veículos de jornalismo já não são os únicos caminhos para se atingir públicos específicos. Entretanto, a capacidade que a imprensa tem para contar histórias, emplacar debates e impactar leitores com boas narrativas ainda está viva e forte. A seguir, histórias de startups que viraram notícia.

 

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  1. Youse

 

Pertencente ao ramo de seguros, a Youse é uma das startups que mais cresceram no Brasil nos últimos anos. Um dos motivos pelos quais a plataforma da Caixa Seguradoras se destaca é o conjunto de ações certeiras que pratica com a mídia.

Uma campanha com a cantora e dançarina Gretchen, na qual ela disse ter feito um seguro de R$ 99 mil de seu próprio bumbum, virou uma história contada pelo AdNews, um dos mais importantes veículos de imprensa voltados ao mercado publicitário e de marketing.

Em 2017, a empresa foi mencionada na revista Época Negócios, em texto da Agência Globo, sobre a chegada das startups ao universo dos seguros, “mercado conhecido por movimentar muito dinheiro e pouca inovação”.

Na reportagem, o porta-voz Eldes Mattiuzzo teve a oportunidade de explicar sobre o negócio. “O objetivo é criar o modelo pay as you drive. Hoje, é o perfil que determina o preço”, explicou ao jornalista. “Queremos individualizar o seguro, de modo que ele custe de acordo com o você dirige.” Quer divulgação – de graça – melhor que essa? Sair na imprensa é o caminho!

 

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  1. Creditas

 

“Este espanhol quer diminuir os juros do Brasil com sua fintech.” Eis o título do perfil que a revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios, da Editora Globo, redigiu sobre Sergio Furio, CEO da Creditas, e publicou em agosto de 2018.

Furio disse, em entrevista à publicação, que o brasileiro está “mal endividado” e não “muito endividado”, tendo assim a oportunidade de explicar um dos conceitos básicos de seu negócio.

Em dezembro de 2017, a startup tornou-se notícia pela agência Reuters, veiculada pelo portal G1, ao receber um aporte de R$ 165 milhões liderado pelo fundo de private equity sueco Vostok. Trata-se do maior investimento que o setor latino-americano recebeu em 2017.

Estrategicamente, a empresa divulgou em seu site e redes sociais as menções ocorridas na mídia, o que aumentou sua reputação entre parceiros, consumidores e até concorrente.

 

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  1. TruckPad

 

Como bem sugere o nome, o TruckPad é um aplicativo que conecta caminhoneiros a cargas que precisam ser transportadas. Trata-se de um negócio de sucesso por se basear em uma grande ideia, visto que transporte via caminhões é essencial para diversos ramos de varejo do Brasil.

Recentemente, a startup destacou-se na revista Exame, da Editora Abril, por ter parte comprada pela Mercedes-Benz. Segundo a reportagem, a participação acionária é milionária, mas valores não foram divulgados.

O Projeto Draft, portal que publica conteúdos sobre inovação e empreendedorismo, analisa que a TruckPad é “um império considerável ao concentrar as informações de motoristas de caminhão no Brasil” — e se refere à empresa como uma companhia que “foi lá e fez”.

 

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  1. Rappi

 

A companhia colombiana de “entregas rápidas” é hoje uma das mais mais quentes do mundo das startups. A empresa foi chamada recentemente de “novo unicórnio da América Latina” pela revista Época Negócios, da Editora Globo, após ser avaliada em mais de R$ 1 bilhão, e também pelo site Infomoney.

Com entregas de supermercados, bebidas, farmácia e até “caixa eletrônico à distância”, o Rappi opera desde agosto de 2017 em São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. O plano é que a empresa passe a operar em outras 15 cidades brasileiras ainda neste ano. Com a chancela da imprensa especializada e a boa avaliação dos clientes, o sucesso só vai crescer.

 

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  1. SkyRise

 

Já pensou em serviço de táxi aéreo feito por helicópteros sem pilotos? Este é o negócio da SkyRise, startup do Vale do Silício.

Embora os carros autônomos (ainda) nem sejam uma realidade em nosso cotidiano, já há quem pense em helicópteros autônomos, conta a revista Época Negócios.

Entretanto, é o que a SkyRise fará “em algum momento entre os próximos cinco a dez anos”, afirma o CEO Mark Groden, de apenas 28 anos. A menção original à notícia ocorreu na imprensa internacional, em reportagem do site CNBC.

 

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